Simule seu investimento em mogno africano AGORA

Para aqueles que estão buscando novas formas de diversificar os investimentos, as florestas de Mogno Africano podem ser uma opção segura e confiável que se movimenta de forma independente de outros produtos do mercado financeiro.  Confira o artigo a seguir para saber como esse ativo se comporta.

Mogno Africano: madeira valiosa há muitos anos

Desde 1724, o Mogno Africano já é uma madeira apreciada na Europa, uma vez que os países com clima temperado, como os do continente europeu, têm grande necessidade desse tipo de matéria-prima para uso na construção civil.

No passado, os projetos de reflorestamento não eram tão aspirados como uma possibilidade de investimento lucrativo, porque a madeira nativa era comercializada por um bom preço de mercado e não havia restrições para a colheita. O Pau Brasil, que foi a primeira madeira a ser considerada de lei no país, era comercializado por um preço reduzido e devido à alta extração, o valor da espécie subiu. O mesmo aconteceu com árvores do bioma da Mata Atlântica, a qual agora acontece a extração predatória.

Porém, hoje diante de um cenário diferenciado, o segmento de florestas plantadas, principalmente de espécies exóticas tem se tornado mais visado, impulsionando cada vez os projetos de reflorestamento comerciais.

Perspectiva Econômica

A cada ano a pressão ambiental aumenta sobre a extração ilegal de florestas nativas. Por ano, são explorados ilegalmente 100 bilhões de dólares. Um exemplo disso é o Jacarandá, uma espécie nobre que alcança em vendas 1 bilhão de dólares todos os anos. Ele é o produto mais contrabandeado no mundo, tanto em volume, quanto em valor. Esse fator comprova a alta valorização do produto madeireiro a ponto de ainda existir esse mercado ilegal.

Assim, devido à alta demanda de madeira, especialistas do mercado apontam que o consumo mundial de madeira deve triplicar até 2050. Só a Alemanha, por exemplo, importa mais de 12 bilhões de euros de produtos de madeira sólida por ano, o que é um volume muito grande. Já o mercado chinês consome por volta de um trilhão de reais ao ano.

Outro fator importante, é a fiscalização nos países europeus. A Europa está reduzindo cada vez mais a entrada de madeira ilegal em seu território por meio de regulamentações e certificações. Logo, a oferta de madeira sustentável, oriunda de florestas plantadas é um forte fator que surge para favorecer os produtores.

No Brasil se produz cerca de 10 a 11 milhões de metros cúbicos de madeira tropical, porém esse consumo deve chegar a mais de 20 milhões de metros cúbicos de madeira tropical até 2030. Uma demanda que não será atendida com a quantidade de plantios realizados hoje, uma vez que diferente do mercado de Pinus e Eucalipto que tem financiamento e estímulos governamentais, a madeira nobre não possui financiamentos, sendo necessária a utilização de recursos próprios.

O que faz as pessoas investirem em Florestas Nobres?

Há diversos propósitos e motivos para tomadas de decisão que levam os investidores a optarem pelo investimento em madeira nobre, como por exemplo a independência financeira a longo prazo, uma aposentadoria sem fator previdenciário, herança familiar e até mesmo afinidade com ativos biológicos.

Além disso, o investimento em florestas tem uma correlação positiva com a inflação. Essa característica é interessante, porque o ativo não é atingido com os efeitos da inflação. Ele é neutralizado automaticamente, já que o preço da madeira está relacionado diretamente ao preço do euro ou dólar. Assim, quando essas oscilações do mercado financeiro acontecem, os valores dos Mogno Africano não são afetados negativamente.

Quando o Instituto Brasileiro de Florestas (IBF) desenvolve o plano de negócios para o cliente, por exemplo, é considerada uma taxa de inflação futura, como uma premissa do plano, prevendo como vai avançar nos próximos anos: 2,3% ou 2,5% ao ano. Isso, caso haja oscilação, a perspectiva do cliente sobre o lucro não muda, pois o preço vai acompanhar essas variações.

Ao comparar com outros investimentos, é possível observar as diferenças. Por exemplo o CDB (Certificados de depósitos bancários), oferece a tríade financeira que seria: liquidez, segurança e retorno. O CDB tem uma alta liquidez, já que você pode sacar a qualquer momento; há uma segurança alta por ser protegido pelo Fundo Garantidor de Créditos, mas por outro lado existe um retorno baixo.

Outro exemplo de investimento são os ativos do mercado financeiro de ações. Nesse caso, temos uma alta liquidez, uma segurança mais baixa devido às possíveis oscilações bruscas da Bolsa de Valores e às vezes um retorno alto (contrário do CDB, que o retorno é baixo).

Já o investimento em florestas combina características diferentes da tríade (liquidez, segurança e retorno). Podemos afirmar que a liquidez é baixa, porque não é possível vender uma floresta do dia para a noite, uma vez que é necessário tempo para o crescimento e amadurecimento da floresta.  Porém, temos a segurança de um mercado internacional, no qual não é influenciado pela inflação nacional. Esse mesmo mercado possui grande demanda para ser atendido, garantindo a venda do produto final a um preço elevado.

Assim, é como se comprasse o retorno e segurança em troca da liquidez. Essas características o investimento em ativo florestal de Mogno Africano oferece e não existe no mercado financeiro de ações.

Investimento seguro em florestas de mogno africano

Tendo em vista todos os pontos levantados até aqui, é possível perceber que o investimento em florestas de mogno africano, é uma alternativa segura, altamente rentável, inerente às oscilações negativas com a inflação, com grandes perspectivas de crescimento para estar entre as suas opções na hora de diversificar seus investimentos e proteger seu patrimônio.

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