Simule seu investimento em mogno africano AGORA

Veja os motivos pelos quais investir na árvore Mogno Africano vale a pena. Não fique mais com essa dúvida: leia a seguir e descubra!

Se você já leu alguns artigos sobre investimentos em ativos florestais e ainda está pensando: “Será que a árvore Mogno Africano é um bom negócio?”, você está no lugar certo!

1 – Mercado Madeireiro Promissor

O mercado madeireiro sempre foi um negócio promissor (vide o caso do Pau Brasil que foi de grande interesse e exploração pelos portugueses) e nos dias atuais se tornou ainda mais interessante perante os investidores devido ao Apagão Florestal.

Segundo o artigo publicado na Revista Galileu, o Apagão Florestal aconteceu devido ao aumento da demanda de madeira. Para se ter uma ideia, um brasileiro consome em média 308 árvores em sua vida. Dessas, 270 vão para a geração de energia. Outras 24 viram papel e 4,5, carvão vegetal usado para produzir o aço do seu automóvel. São 40 quilos anuais por pessoa.

Apesar de toda essa demanda, em 2018, foram produzidos apenas cerca de 10 milhões de metros cúbicos (m³) de madeira. E esse número deve diminuir para 5 milhões de m³ até 2030. Porém, até lá, a demanda deve aumentar para somente 21 milhões, o que gerará um déficit de 16 milhões de m³.

Agora você deve estar se perguntando: “Se o mercado é promissor, porque a produção de madeira deve cair?”. Essa queda aconteceu por falta de informação de muitos produtores.

Muitos não sabiam que a madeira proveniente dos primeiros desbastes é utilizada apenas nas indústrias de papel e celulose, queima de cavaco (energia), MDF, entre outras utilidades que não necessitam de uma madeira tão grossa. Por isso que o lucro costuma ser menor.

E, no início dos anos 2000, os valores da madeira dos primeiros desbastes eram semelhantes aos da soja. Sendo assim, esses produtores mudaram suas culturas para agricultura e pecuária. O erro, pela falta de informação, foi não levar em consideração que os ganhos florestais acontecem efetivamente no final do ciclo e não nos primeiros desbastes. Essa desinformação fez grande parte da produção de madeira cair.

Com isso, o mercado madeireiro teve o Apagão Florestal, tornando as árvores, principalmente o Mogno Africano, em ativos florestais valiosos e que tendem a se tornar ainda mais rentáveis ao longo dos anos.

2 – Árvore Nobre com Crescimento Precoce

De modo geral, as árvores de madeira nobre possuem um crescimento menos acelerado do que as usadas no mercado de celulose como o Eucalipto e o Pinus. No entanto, o Mogno Africano tem fácil adaptação ao clima brasileiro e crescimento precoce, comparado com outras árvores nobres como Teca e Ipê Roxo.

Para se ter uma ideia, a Teca apesar de ter valor de mercado semelhante ao do Mogno Africano, seu o desenvolvimento se dá em 20 a 25 anos. Já o Mogno Africano se dá em ciclos mais curtos, a partir de 18 anos. Logo, a sua lucratividade vem mais rapidamente do que a da Teca.

3 – Aposentadoria Verde com a árvore Mogno Africano

Não é novidade que depender da aposentadoria do INSS pode ser uma má opção. Afinal, é um sistema falido que até agosto de 2020 estava negativo em R$ 225,5 bilhões, ante os R$ 213 bilhões do ano de 2019.

A previdência privada também não é a melhor opção, pois ela conta com alta tributação para planos VGBL (Vida Garantidor de Benefício Livre). “No pior cenário, para quem pensa em fazer um resgate único de todo dinheiro aplicado, a alíquota cobrada de IR será de 27,5% sobre a rentabilidade para quem está na tabela progressiva de tributação”, aponta Annalisa Blando dal Zotto, planejadora financeira e sócia da assessoria de investimentos em entrevista para a InfoMoney.

Por isso os investidores mais experientes têm procurado diversificações para seus investimentos e eles consideram o Mogno Africano com a “Aposentadoria Verde” devido ao tamanho crescimento que essas árvores podem render ao longo dos anos.

“O setor florestal brasileiro movimenta mais de US$ 132 bilhões anualmente e está em crescimento, em níveis internacionais é responsável por 2% do PIB mundial”, de acordo com Prof. Dr. Ricardo Berger e Prof. Dr. João Batista Padilha da Universidade Federal do Paraná no artigo Administração Estratégica da Produção.

4 – Mais Resistente às Pragas

Comparado com outras árvores nobres, o Mogno Africano tem a vantagem de ser mais resistente às pragas. Ao realizar o plantio, se você realizar todos os procedimentos recomendáveis e manter a rotina básica de cuidados, dificilmente terá maiores problemas com as suas árvores.

As formigas cortadeiras, abelhas arapuás e o mato, são apenas algumas das ameaças que você deve ter mais atenção, mas que são de fácil manejo ao longo do plantio.

5 – Baixo Investimento e Alta Taxa de Retorno

Com aproximadamente  R$ 40 mil você consegue fazer o aporte inicial para os dois primeiros anos da floresta, considerando uma propriedade com fertilidade mediana. Isso significa que seria preciso de poucos insumos de correção de solo. Também é preciso levar em consideração os custos anuais de manutenção da floresta que podem variar de ano a ano.

Vale reforçar que a correção de solo é de suma importância para um bom desenvolvimento da floresta, pois por meio dela é possível evitar a ocorrência de determinadas pragas e doenças. Por exemplo, alguns nutrientes como o calcário, fortalecem a parede celular do mogno africano e isso dificulta o ataque de insetos, além de auxiliar na aceleração do crescimento.

Outro fator que contribui para a aceleração do crescimento do mogno africano e um bom desempenho da árvore é o espaçamento utilizado. No caso do espaçamento 3 x 2 ou de 3,5 x 1,7 metros, há a competição entre as plantas, fazendo com que cresçam mais rápido e produzam menos ramos laterais, baixando, assim, o custo de manutenção.

Sendo assim, nesse espaçamento podem ser programados três manejos: 1°) no terceiro e quarto ano; 2°) no décimo ano; 3°) no décimo terceiro e décimo quinto e o corte raso a partir dos 17 anos. Com base nas estimativas de preços praticados no mercado internacional, no terceiro manejo de desbaste é previsto o payback do investimento inicial, ou seja, no 13° ano de idade da floresta.

Mas, para se ter uma ideia melhor do retorno financeiro do Mogno Africano, a taxa interna de retorno (TIR) pode alcançar de 15% a 25% ao ano, considerando todos os custos e receitas geradas pelo negócio florestal descrito acima. O custo de implantação varia de acordo com as condições de solo, relevo, clima, proximidade dos fornecedores e mercados consumidores e entre outros fatores.

A árvore Mogno Africano é um bom negócio?

A partir dessas premissas levantadas, observamos que o Mogno Africano é um bom negócio para aqueles que querem diversificar sua carteira de investimento fora do mercado financeiro. Principalmente pelo fato do mercado madeireiro estar superaquecido e com perspectivas de crescimento devido ao Apagão Florestal. Além disso, entre as árvores nobres, o Mogno Africano é o que mais cresce precocemente e também é mais resistente às pragas. Quer saber mais detalhes sobre o retorno financeiro? Baixe nossa planilha modelo de investimento.

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