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Talvez você já tenha se perguntado “por que fazer desbastes em florestas de Mogno Africano”? Ou “qual a justificativa de após todo trabalho com o plantio de inúmeras mudas, selecionar algumas e retirar do talhão?”

Se você já teve essas ou outras dúvidas referentes aos desbastes, acompanhe este artigo até o final. Aqui, vamos justificar o motivo da importância dos manejos de desbastes nas florestas de Mogno Africano.

Por que fazer desbastes em florestas de Mogno Africano?

A principal resposta para essa pergunta é que o desbaste funciona como um tratamento silvicultural. Ao realizar um desbaste, retiramos os indivíduos com menor rendimento e abrimos espaço para que as árvores melhores e superiores possam crescer, maximizando assim o desenvolvimento desses indivíduos.

Nesse processo, podemos retirar os indivíduos com doenças, com menor diâmetro, menor retilineidade, entre outras características que os tornam inferiores. Ao retirar essas árvores, melhoramos o ambiente e permitimos que os indivíduos com mais destaque possam crescer ainda mais saudáveis, com mais espaço, maior oferta de luz, água e de nutrientes no solo.

Muitos pensam que terão prejuízo com o desbaste das árvores, principalmente por não ter um alto rendimento financeiro das árvores retiradas nos primeiros anos, já que estes cortes iniciais são madeiras comuns por não possuírem o cerne formado. Porém, esse processo permite agregar maior valor para a cultura ao longo do ciclo de cultivo e entender isso é a chave para o negócio das florestas nobres.

O desbaste favorece uma boa condição ambiental e os indivíduos que permaneceram na floresta irão responder a esta retirada com o crescimento de melhor performance. Podemos dizer que é um processo que favorece a aceleração natural, estabelecendo uma nova curva de crescimento das árvores mais aprimorada.

Como escolher as árvores para os desbastes?

Para escolher quais árvores serão retiradas é necessário conhecer cada indivíduo. Para isso, os inventários florestais que são realizados de forma contínua serão imprescindíveis. Por meio do inventário será possível saber quais são as árvores mais retilíneas, sem bifurcações e com ausência de pragas.

É por meio deste inventário que também saberemos a média geral de desenvolvimento das árvores em relação a idade x espaço. Ao ter essas informações, conseguimos descobrir qual o tempo ideal para o corte e quais árvores serão cortadas naquele momento. Também será identificada qual a intensidade do desbaste e quais árvores são dominantes, ou seja, com menor porcentagem de bifurcação, menos galhos, retilíneas e sem problemas ao longo do desenvolvimento.

Quando realizar o desbaste?

Essa é outra pergunta muito comum de ouvir e a resposta é que depende.

A questão é que podemos cometer um grande erro se afirmarmos a idade certa para desbastes. Podemos prever algumas idades padrões, porém, na prática essas idades serão flexíveis e podem mudar de acordo com a realidade do plantio.

Essa decisão irá depender de várias variáveis que devem ser analisadas para ter uma idade ideal para o primeiro desbaste. As condições podem depender do plantio, do tipo de solo, adubação, desenvolvimento dos indivíduos, quantidade de chuvas, entre outros fatores.

É possível realizar um desbaste com o objetivo de melhorar os indivíduos e por isso o realizamos mais cedo. Ou podemos proceder com corte mais tardio, onde os indivíduos já foram mais desenvolvidos, com a intenção de comercializar a madeira retirada.

Também pode existir um momento em que a madeira já terá um bom progresso e a necessidade do capital pode levar à retirada das árvores.

Teoricamente a idade ótima de corte é quando o incremento médio anual se iguala ao incremento corrente anual. Mas nem sempre essas duas variáveis indicam que tem uma idade de corte. O preço do produto pode ainda não ter atingido o preço desejável, então é possível esperar o mercado melhorar para realizar o corte.

Lembrando que todo desbaste deve ser conduzido por um engenheiro florestal que selecionará as árvores com o padrão inferior e fará o monitoramento do crescimento de toda floresta.

Desbastes em florestas de Mogno Africano

Em outras culturas, como a de Eucalipto, os primeiros desbastes são garantia de um produto, gerando rentabilidade. Já no Mogno Africano esse primeiro desbaste nem sempre gera um produto, porém independente do retorno financeiro esse processo se faz necessário com o objetivo de maximizar o valor investido na floresta, gerando mais rentabilidade ao final de todo processo.

Neste artigo procuramos responder às principais questões referentes ao desbaste em florestas de Mogno Africano. Quer saber mais detalhes sobre o plantio de Mogno Africano? Entre em contato com nossa equipe.

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