A correção do solo favorece o c plantas crescem mais rapidamente e sejam mais resistentes a pragas e doenças, principalmente no caso do mogno africano. Para isso, antes de iniciar um plantio é necessário verificar se o solo está adequado, uma vez que processos climáticos ou até mesmo químicos podem alterar a configuração dos nutrientes presentes na terra.

A correção de solo visa equilibrar a relação entre cátions e íons no solo para que as plantas se desenvolvam de forma saudável e assim aumentar a produtividade. Para corrigir o solo é necessário realizar uma análise. Primeiramente é coletada uma amostra de terra que deverá ser enviada a um laboratório especializado. Essa coleta poderá ser realizada com o método zigue-zague retirando 8 a 10 amostras de cada lote. O laboratório identificará os níveis dos principais elementos presentes.

Essa análise deverá ser feita no início do planejamento do plantio para verificar a viabilidade de todo o projeto. A partir dos resultados do laboratório, é identificada a suficiência ou insuficiência dos elementos e a necessidade de alguma correção, levando em conta as características da cultura.

Correção do solo e substâncias tóxicas

Existem casos em que pode haver a presença de substâncias tóxicas em excesso como alumínio (Al) e manganês (Mn). Essas substâncias impedem o desenvolvimento do sistema radicular da planta, fazendo com que as mudas fiquem suscetíveis a tombamentos, impactando diretamente na produtividade da cultura.

Para realizar a correção do solo é importante seguir corretamente as orientações de um especialista que deverá prescrever o melhor corretivo para aquela situação. Geralmente a correção é recomendada por meio da gessagem e/ou calagem. Aplicar essas substâncias aumenta o teor de cálcio e enxofre, havendo mais interação e absorção de nutrientes.

Com o solo corrigido, as plantas podem crescer de forma mais saudável e rápida, alcançando os resultados esperados para o plantio.